Poema: NÉVOA
Na dimensão de um não estar
quase perceptível
que foge
sem corpo
traçado
se escondendo
vapor
poema evaporando
adentrando mudo
tênue instar sem estar
pairando solo
como nuvens
em linha invisível se esgueirando
naquele “entre” imperceptível
que se dirige delicado ao infinito
deixando em meu corpo
a transparência das teias de uma aranha
quase perceptível
que foge
sem corpo
traçado
se escondendo
vapor
poema evaporando
adentrando mudo
tênue instar sem estar
pairando solo
como nuvens
em linha invisível se esgueirando
naquele “entre” imperceptível
que se dirige delicado ao infinito
deixando em meu corpo
a transparência das teias de uma aranha
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